Efeitos do neoliberalismo e da economia do conhecimento na educação musical de crianças e jovens

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No âmbito do Programa de Doutoramento em Estudos da Criança realiza-se na sexta-feira, dia 18 de Maio, às 17h, no Anfiteatro do IE da UMinho, a Conferência “Efeitos do neoliberalismo e da economia do conhecimento na educação musical de crianças e jovens”, proferida pelo Prof. José Luís Aróstegui da Universidade de Granada.

A entrada é livre e será entregue certificado de presença no final da conferência.

Breve biografia do palestrante:
O Prof. José Luís Aróstegui é Professor Catedrático da Universidade de Granada na área da Didáctica da Expressão Musical,  responsável do Grupo SEJ-540 de Investigação em Educação Musical e Investigador Principal do Projecto EDU2014-58066-P sobre “O impacto da educação musical para a sociedade e a economia do conhecimento” (2015-2018) e do Projecto EDU2017-84782-P sobre “Formação de Professores e Música na Sociedade e na Economia do Conhecimento” (2018-2020), os dois financiados pelo Ministério da Economia e da Competitividade.  É editor da Revista Internacional de Educación Musical (RIEM) e coordenador da linha de investigação em Educação Musical e Artes Plásticas do Programa de Doutoramento em Ciências da Educação da Universidade de Granada. Foi comissário da “Music in Schools and Teacher Education Commission” (MISTEC) de 2004 a 2010, sendo seu presidente durante o último biénio e membro da Comissão Directiva da ISME de 2012 a 2016.

Resumo da palestra:
Nesta palestra será feita uma reflexão sobre a influência do neoliberalismo e da economia do conhecimento na educação em geral e na educação musical em particular, a fim de estudar o lugar que a música ocupa, e que poderia ocupar, num currículo escolar entendido como “motor da economia do conhecimento” actualmente vigente na maioria dos países. Para tal é feita uma revisão de literatura, a partir da qual se estudam diferentes teorias económicas, em particular a teoria do neoliberalismo, e também o que se entende por “economia do conhecimento”, bem como as consequências que ambas as teorias têm para a educação e para a educação musical escolar. Por fim, apresentam-se as conclusões sobre o neoliberalismo e a economia do conhecimento como duas realidades bem distintas, e que enquanto a influência da primeira explica o actual declive da disciplina na escola, a segunda oferece um campo de actuação relevante para a música escolar e, na realidade, para todas as artes e Humanidades, ao mesmo tempo que se apresentam alguns sinais a nível internacional que parecem assinalar uma melhoria da música escolar dentro de um currículo dirigido para uma economia do conhecimento.

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